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Friday, October 22, 2004
Rocks on the Road - Jethro Tull
 There's a black cat down on the quayside.
Ship's lights, green eyes glowing in the dark.
Two young cops handing out a beating:
know how to hurt and leave no mark.
Down in the half-lit bar of the hotel
there's a call for the last round of the day.
Push back the stool, take that elevator ride.
Fall in bed and kick my shoes away,
kick my shoes away, kick my shoes away.
Rocks on the road.
Can't sleep through the wild sound of the city.
Hear a car full of young boys heading for a fight.
Long distance telephone keeps ringing out engaged:
wonder who you're talking with tonight.
Talking with tonight.
Who you talking with tonight?
Rocks on the road.
Tired plumbing wakes me in the morning.
Shower runs hot, runs cold playing with me.
Well, I'm up for the down side, life's a bitch and all that stuff:
so come and shake some apples from my tree.
Have to pay for my minibar madness.
Itemised phone bill overload.
Well now, how about some heavy rolling?
Move these rocks on the road.
On the road
Rocks on the road.
Crumbs on the breakfast table.
And a million other little things to spoil my day.
Now how about a little light music
to chase it all away?
To chase it all away.
There's a black cat down on the quayside.
Ship's lights, green eyes glowing in the dark.
Two young cops handing out a beating:
know how to hurt and leave no mark.
Down in the half-lit bar of the hotel
there's a call for the last round of the day.
Push back the stool, take that elevator ride.
Fall in bed and kick my shoes away,
kick my shoes away, kick my shoes away.
Rocks on the road.
Kick my shoes away, kick my shoes away.
Rocks on the road.
.......................................
Há um gato negro (1) próximo ao lado das docas.
Luzes dos barcos, olhos verdes brilhando no escuro.
Dois jovens policiais efetuando uma surra:
sabem como fazer doer sem deixar marcas.
Devolta à penumbra do bar do hotel
um chamado para a última rodada do dia.
Empurra o banco, pega carona no elevador.
Caio na cama e chuto meus sapatos para longe,
chuto meus sapatos para longe, chuto meus sapatos para longe.
Pedras na estrada.
Não posso dormir através dos sons selvagens da cidade.
Ouço um carro cheio de jovens se dirigindo para uma briga.
Um telefone ao longe continua a tocar teimosamente:
me pergunto com quem você está falando esta noite.
Com quem você está falando esta noite?
Pedras na estrada.
Um bombear cansado me acorda pela manhã.
O chuveiro se aquece, se esfria, se divertindo comigo.
Bem, estou de pé para as coisas ruins,
a vida é uma puta e tudo isto:
Então venha e arranque algumas maçãs do meu pé.
Tenho de pagar pelo meu vício por bebidas (2).
Uma conta telefônica discriminada e superlotada.
E agora, que tal um pouco de trabalho pesado?
Tirar as pedras da estrada.
Na estrada.
Pedras na estrada.
Restos na mesa do café.
E milhões de outras coisas para estragar o meu dia.
Que tal um pouco de música calma (3)
para mandar tudo embora?
para mandar tudo embora.
Há um gato negro próximo ao lado das docas.
Luzes dos barcos, olhos verdes brilhando no escuro.
Dois jovens policiais efetuando uma surra:
sabem como fazer doer sem deixar marcas.
Devolta à penumbra do bar do hotel
um chamado para a última rodada do dia.
Empurra o banco, pega carona no elevador.
Caio na cama e chuto meus sapatos para longe,
chuto meus sapatos para longe, chuto meus sapatos para longe.
Pedras na estrada.
...............................
Sempre deixo para comentar as letras após a tradução para dar a chance a todos que lêem de fazerem suas próprias interpretações sem que a minha direcione algo.
Considero Rocks on the Road uma das músicas mais viciantes do Jethro Tull, ela possue uma levada calma, no violão, com um toque daquele sentimento blues que mexe com nosso espírito quando estamos chateados com algo.
Ian Anderson insiste em dizer, nos shows aonde toca esta música, que Rocks on the Road é sobre um caxeiro viajante... mas nunca menciona que o artista não deixa de ser um caxeiro viajante, que vende sua arte e seu esforço por todo o mundo para pessoas que, provavelmente, nunca verá denovo. Isto tudo dá um toque meio auto-biográfico para a música. No trecho (1) o Ian Anderson fala de um gato negro... sendo um amante dos gatos, ele normalmente usa gatos para falar de si mesmo durante as músicas, como fez em "A Gift of Roses" no álbum J-Tull Dot Com.
No fim a música acaba falando da vida do música na estrada... solitário, longe das pessoas que ama, conhecendo lugares e pessoas com quem nunca criará vínculo algum.
(2) Minibar Madness: O termo minibar no inglês significa aqueles "frigobar"es normalmente utilizados para se guardar bebidas próximos à cama no quarto. Loucura por frigabares, preferi ser direto e traduzir como vício por bebidas.
(3) A Little Light Music veio a ser, mais tarde, o nome de um CD semi-acústico do Jethro Tull.
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Cada vez que lembro das viagens para longe com a banda, quando minha namorada não podia ir, sempre me lembro do misto de alegria com tristeza... olhar para o público e não vê-la, e me ver sem ela no vidro escuro do ônibus. Talvés por estas sensações eu me sinta tão familiar com estas "Pedras na Estrada".
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postado por: Bolsas Personalizadas 3:09 PM
Friday, October 15, 2004
Um monge entrava e saiu todos os dias de um templo na China em direção a feira aonde fazia as compras para o almoço do dia no templo. Chovesse ou fizesse sol, todos os dias, o monge observava uma senhora sentada próximo a entrada do templo, absorta em preces, chorando copiosamente.
Um dia, sem mais suportar vê-la a chorar todos os dias, o monge foi à ela perguntar o que se passava: qual o motivo desta constante lamúria todos os dias.
A senhora olhou para o monge e respondeu:
"Eu possuo duas filhas... uma delas, a mais velha, se casou com um fabricante de sapatos de couro, a outra, com um vendedor de guarda-chuvas. Então, nos dias de sol eu choro pois ninguém comprará os guarda-chuvas de meu segundo genro, e nos dias de chuva, choro pois ninguém irá comprar os sapatos do meu primeiro genro.
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Mostre um copo pela metade de água para as pessoas. Tantas verão o copo meio vazio... tão poucas verão o copo meio cheio.
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postado por: Bolsas Personalizadas 3:10 PM
Tuesday, October 05, 2004
ISO 9001
 3 mêses de namoro... e a mina já pede ao cara que coloque uma aliança no dedo. Certificado de "eu já tenho dona" na esperança feminina de que o tal "selo" seja respeitado por outras fêmeas da mesma espécie. Ledo engano.
Aos olhos das fêmeas a aliânça se assemelha à um selo do ISO 9001... um certificado de qualidade garantida, afinal o bôfe já tem dona e esta não quer perdê-lo. A mulher olha um homem com aliança no dedo e logo surgem as dúvidas: "O que ele tem?"; "Será que é rico?"; "Ele nem é tão bonito assim.". Se o cara for feio então, e pobre, de cara isto elimina as possibilidades mais prováveis e limita à apenas uma: "O cara é, sem dúvida alguma, bom de cama... senão não estaria comprometido".
Outro ponto relevante é o fato de que, quanto mais bonita a namorada, mais o "anél" alvoroça as moçoilas, atiçando ainda mais seu espírito de competição... afinal, ficar com o bôfe de uma mina bonita é se colocar em um patamar acima do dela (ao menos na cabeça da moça).
E logo o tiro sai pela culatra... a fêmea alpha coloca a coleira em seu macho e logo descobre que perdurou no dedo dele a isca certa para atrair as concorrêntes. Assim, nunca cante vantagem sobre o seu homem... nunca faça propaganda demais... e nunca, nunca mesmo, pendure no dedo dele a garantia de que ele não está sozinho.
E cá ficamos nós, homens, meras peças num jogo de competição entre as fêmeas deste planeta, servindo simplesmente de troféis e prêmios para cada uma atiçarem cada uma de suas amigas.
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postado por: Bolsas Personalizadas 1:36 PM
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